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Além dos itens mais esquecidos na hora de declarar o Imposto de Renda 2018, o contribuinte não deve se esquecer que complementações de rendimentos pagos pelas empresas também precisam constar na declaração anual.

Veja quais são os benefícios que precisam ser declarados

Seguro-desemprego, auxílio-creche, auxílio-doença, auxílio-funeral, auxílio pré-escolar, salário-maternidade, prêmio assiduidade, gratificações por quebra de caixa e indenização adicional por acidente de trabalho são alguns dos benefícios que não podem ser deixados de fora!

Vale lembrar que vale-transporte e vale-alimentação não entram na declaração do Imposto de Renda 2018, já que não são considerados como remuneração.

Se você ficou com alguma dúvida do que deve ou não ser informado na sua declaração de Imposto de Renda 2018, entre em contato conosco. A equipe da S.P.D.C. II. Contábil está pronta para lhe ajudar.


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Realizar a declaração do Imposto de Renda acaba deixando os contribuintes com dúvidas e inseguranças, devido aos diversos documentos e o processo minucioso. Após a declaração do Imposto de Renda, cresce o número de dúvidas sobre a restituição, incluindo quem tem o direito de receber e como proceder.

As empresas recolhem o Imposto de Renda dos funcionários todos os meses – esse valor já vem descontado no holerite. Quando o valor recolhido no final do período de doze meses é maior do que o valor inicial, o contribuinte tem o direito à restituição. Gastos com saúde e educação contribuem para aumentar o valor da restituição. Todas essas despesas devem ser informadas no momento de realizar o Imposto de Renda 2018.

Confira nossas dicas:

Verifique se você tem o direito de receber o valor

Quando estiver fazendo a declaração do Imposto de Renda 2018, você deve preencher todos os dados disponíveis no informe anual de rendimentos disponibilizados pela empresa em que trabalha, incluindo as despesas e o número de dependentes.

O programa fará o cálculo automaticamente. Então, é só optar pela declaração simplificada ou completa.

Receba o dinheiro

Após declarar o Imposto de Renda 2018, é informado se você tem algum valor a ser restituído: por isso, é necessário informar uma conta bancária para que o depósito seja realizado. Fique atento às datas divulgadas no site da Receita Federal, que indicarão o dia em que os valores serão pagos.

Lotes

As restituições do Imposto de Renda seguem ordem de prioridade, ou seja, começam pelos idosos, pessoas com deficiência ou doenças graves. Em seguida, os pagamentos serão realizados com base na data da sua declaração.

A quantia não foi depositada. E agora?

Em caso de erros , é necessário comparecer a uma agência do Banco do Brasil com a cópia da sua declaração de Imposto de Renda 2018 e informar os dados corretos. O prazo limite para esse procedimento é de 12 meses. Agora, se a questão não for solucionada, será necessário preencher um pedido de restituição de Imposto de Renda que fica disponível no site da Receita Federal.

Confira o calendário da restituição:

  • 1° lote – 15 de junho de 2018
  • 2° lote – 16 de julho de 2018
  • 3° lote – 15 de agosto de 2018
  • 4° lote – 17 de setembro de 2018
  • 5° lote – 15 de outubro de 2018
  • 6° lote – 16 de novembro de 2018
  • 7° lote – 17 de dezembro de 2018

Está com alguma dúvida? Entre em contato com a S.P.D.C. II. Contábil. Estamos aqui para te ajudar!


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Se você contribuiu com a previdência privada, recebeu rendimentos ou resgatou seu plano em 2017, precisa informar isso à Receita na Declaração do Imposto de Renda 2018.

Atualmente, os planos de previdência privada mais populares no País são PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) e VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres), e a forma de declaração varia de acordo com o tipo de plano e o tipo de movimentação que foi realizada.

Veja a seguir como deve ser feita cada uma dessas declarações no Imposto de Renda 2018.

PGBL

Se você optou por investir no PBGL, saiba que os valores das contribuições são dedutíveis na Declaração de Ajuste Anual, limitado a 12% do rendimento tributável incluído na base de cálculo do imposto sobre a renda na declaração. Por exemplo, se a renda tributável de um contribuinte for de R$ 100 mil em 2017, ele poderá deduzir até R$ 12 mil.

Vale lembrar que essa dedução de 12% na renda tributável só é feita no modelo completo de declaração do Imposto de Renda 2018 – ou seja, caso o declarante opte pelo modelo simplificado, perderá o benefício. Os aportes devem ser informados na ficha Pagamento Efetuados, com o código 36 – Previdência Complementar.

VGBL

Nos planos de previdência privada VGBL não é permitido abater as contribuições; por isso, é mais indicado para quem entrega a declaração simples do Imposto de Renda 2018. As contribuições devem ser declaradas na ficha Bens e Direitos sob o código 97 – VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre. Informe também o CNPJ da instituição financeira que administra os recursos.

No campo “Discriminação”, coloque o nome da instituição, se o plano está em seu nome ou de algum dependente, o montante das contribuições feitas no ano passado e se houve resgate de recursos, parcial ou total. No campo “Situação em 31/12/2016” deve ser informado o total investido no plano até essa data e, em “Situação em 31/12/2017”, o total existente no plano nesta data.

Recebimento do plano PGBL / VGBL

Para declarar os rendimentos recebidos, é preciso ficar atento, pois existem dois tipos deferentes de tributação.

Se o contribuinte optou pela tabela regressiva ao contratar o plano, os recebimentos em 2017 devem ser declarados na ficha de Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva, linha 06 – Rendimentos de aplicações financeiras.

Já na tabela progressiva, os recebimentos devem ser lançados em Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ, com o nome e o CNPJ da empresa pagadora.

Tanto no plano PGBL quanto no VGBL, as formas de declarar os rendimentos recebidos no Imposto de Renda 2018 são parecidas, a diferença está somente na tributação do IR, já que no PGBL ele incide sobre o valor total do resgate, sendo o valor nominal aplicado e os rendimentos obtidos. No VGBL, os impostos incidem somente sobre rendimentos obtidos.

Resgate ou Saque do PGBL / VGBL

Na hora de declarar o resgate, novamente é preciso se atentar ao modelo de tributação do plano adquirido.

Se for tributação regressiva, informe a quantia resgatada líquida, já descontando Imposto de Renda, na ficha Rendimentos sujeitos à tributação Exclusiva/Definitiva, na linha 12 – Outros. Você terá que incluir o nome e o CNPJ da instituição pagadora.

Se for tributação progressiva, informe o rendimento bruto e o imposto retido na fonte. Neste caso, preencha a ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ pelo Titular.

Ficou alguma dúvida? Não corra riscos, entre em contato com a S.P.D.C. II. Contábil, nossa equipe está pronta para te orientar com a sua declaração de Imposto de Renda 2018.


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Após o período da entrega da Declaração de Imposto de Renda 2018, é natural a expectativa para o recebimento da restituição, valor que o contribuinte tem o direito de ressarcimento, após ser constatado que a Declaração de Imposto de Renda 2018 foi feita e pagos valores maiores do que os devidos para a Receita Federal. Entretanto, o receio de cair na malha fina é grande. Para evitar armadilhas, saiba agora o que ela significa:

A malha fiscal da declaração de ajuste anual da pessoa física, conhecida popularmente como malha fina, é a revisão de todas as declarações de Imposto de Renda, completas e significadas, em que a Receita Federal cruza as informações preenchidas pelos contribuintes como outros sistemas do próprio órgão.

A verificação é feita para identificar erros de preenchimento e inconsistência dos dados apresentados, que podem caracterizar infração à legislação tributária. Ou seja, a malha fina é uma “peneira” para os processos de declarações que apresentam alguma pendência, impossibilitando a restituição e, em alguns casos, resultando em investigação aprofundada do declarador por parte da Receita Federal.

As principais razões que levam o contribuinte a cair na malha fina são:

  • Erro de preenchimento e omissão de informações financeiras;
  • A empresa pode levar o funcionário à malha fina quando deixa de informar na DIRF ou declara o CPF incorreto;
  • Alteração do informe de rendimento na DIRF sem informar o funcionário;
  • Deixar de repassar o IRRF retido do funcionário durante o ano.

 

Resolvendo o problema

No extrato do Imposto de Renda 2018, disponível no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento) do site da Receita Federal, o contribuinte descobrirá as pendências encontradas na declaração.

Neste caso, é indicado que o contribuinte envie uma declaração retificadora ao Fisco (regime fiscal) para, deste modo, sair da malha fina.

Como o processo já acontece fora do período estabelecido para entrega, a declaração retificadora deve ser feita no mesmo modelo utilizado na declaração convencional a ser retificada, não sendo permitida a troca de modelo.

As declarações são liberadas somente após o contribuinte pagar as dívidas do Fisco, o que pode ser feito nas unidades da Receita Federal com a documentação comprovativa.


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Na hora de fazer a Declaração Anual do Imposto de Renda, uma das preocupações mais frequentes é fugir da malha fina. Dados incorretos, erros de digitação e informações omitidas, seja de forma proposital ou não, são as causas mais recorrentes para a retenção dos dados na Receita Federal.

O Imposto de Renda 2018 pode ser enviado até 30 de abril. Confira a seguir uma lista com os itens mais esquecidos pelos contribuintes na hora de declarar!

Rendimentos próprios

Preocupado em lançar as despesas de dependentes, não é raro esquecer-se dos próprios rendimentos, frutos de, por exemplo, serviços prestados para pessoas jurídicas. É importante sempre solicitar os informes de rendimentos para incluí-los.

Novo emprego

Se você mudou de emprego em 2017, lembre-se de informar os rendimentos das duas empresas nas quais trabalhou. Se declarar apenas os referentes ao último emprego, estará mais sujeito a cair na malha fina da Receita.

Informes bancários

Como não existe padrão nos informes de rendimentos enviados pelos bancos aos correntistas, o risco de esquecer algum item na hora do preenchimento é grande. Diversos valores que constam no documento devem ser lançados em campos diferentes, como é o caso da conta corrente e poupança, por exemplo. Por isso, atenção na hora de informá-los no IR 2018: verifique as informações e onde devem ser inseridas.

Indenizações

Comumente ignorados pelos contribuintes, rendimentos advindos de ações judiciais também precisam ser informados à Receita Federal..

Doações

Apesar de isentas de IR, as doações incidem um importo estadual chamado ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos) e precisam ser declaradas no Imposto de Renda 2018. Normalmente, esquece-se de informar da doação ou lança-se sem ter pago o ITCMD.

 

Para não correr o risco de esquecer informações importantes na hora de declarar o Imposto de Renda 2018, conte com auxílio especializado! A S.P.D.C II. Contábil conta com profissionais preparados para fornecer o apoio que você precisa!